terça-feira, 28 de setembro de 2010

terça-feira, 15 de junho de 2010

Em dia de Brasil na Copa, Drummond ganha camisa 10 da seleção






Em dia de estreia do Brasil na Copa do Mundo, a estátua do poeta Carlos Drummond de Andrade amanheceu com camisa da seleção.

Na versão especial, ela tem o número 10 nas costas e versos da poesia do mineiro: "Futebol se joga no estádio? Futebol se joga na praia, futebol se joga na rua, futebol se joga na alma".

A poesia completa está no livro "Quando É Dia de Futebol" (Ed. Record), que foi colocado nas mãos da estátua para promover seu lançamento. Para garantir a festa, a editora contratou um segurança para vigiar a estátua até as 21h.

Em dezembro do ano passado, a estátua ganhou uma câmera de segurança para tentar atos de vandalismo. Desde 2007, seus óculos de bronze foram roubados oito vezes.



quarta-feira, 26 de maio de 2010

VAMOS A GUERRA...

ESTES SÃO OS SOLDADOS, INDO A GUERRA!!!

Obs.: Menos o Lula né, pelo amor de Deus....

Rumo a Guerra, mesmo não sendo a seleção que todos queriam, o Brasil apoia seus jogadores, que vão a Guerra do Mundo do futebol, onde vencer é o que importa, e para o Brasil não tem preço ser campeão, pois como todo Brasileiro dia de jogo é feriado nacional (isto é uma vergonha) mas fazer o que né, mas pelo menos nestes dias a fome é esquecida, as dividas, os problemas, a corupção, entre outros são esquecidos, se o Brasil ganha a copa, é o mesmo que ganhar uma guerra, não existe prazer maior para o brasileiro.
O Ano de copa, o Brasil para, respira futebol e vive cada segundo, se o Brasil ganha é uma explosão de alegira se o brasil perde, parece que os problemas aumentarão porque os dias parados o patrão vai cobrar... heheheheheheh

Pra frente Brasil... e vamos ganhar "baralho"....!

ISTO NUNCA ACONTECERÁ HERMANO!!!


Maradona: 'Se a Argentina ganhar a Copa do Mundo, eu fico pelado'


O técnico Maradona afirmou que desfilará pelo centro de Buenos Aires sem roupa, caso a seleção argentina vença a Copa do Mundo pela terceira vez. A promessa foi feita antes do embarque para a África do Sul.

- Se ganharmos o Mundial, eu fico nu no Obelisco - avisou Maradona, referindo-se ao monumento que fica na Avenida Nove de Julho, a maior da capital argentina.

Depois de criar polêmica, ele tentou acabar com outra, negando um boato de que o atacante Messi, que mora na Espanha desde os 13 anos, não saberia cantar o hino de seu país:

- Messi sabe cantar o hino perfeitamente. O hino é o melhor aquecimento que um jogador pode ter durante uma partida. No momento em que se canta, vem à memória que é preciso lutar pela camisa, pela família que te assiste em casa, por todos os argentinos que representamos. Todos nós entendemos isso.

A Argentina começa sua caminhada na Copa do Mundo no dia 12 de junho, contra a Nigéria, em Pretória. No Grupo B, também estão Coreia do Sul e Grécia.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

NEGÓCIOS: O segredo do sucesso, segundo David Neeleman


Se fosse fácil ser um homem de negócios de bem-sucedido, milhares de empresas não fechariam as portas todos os anos. David Neeleman, fundador da JetBlue e da Azul Linhas Aéreas e um dos palestrantes da ExpoGestão 2010 nesta quinta-feira (20/05), em Joinville (SC),
no entanto, faz a receita para o sucesso parecer simples. Segundo ele, são três os principais pilares para se construir uma empresa que saiba conquistar bolsos e corações.

O primeiro deles é investir em capital humano. “Empregados felizes são os melhores empregados. Todos os seus funcionários precisam pensar que sua empresa é o melhor lugar em que eles já trabalharam na vida”. E quando o empresário diz todos, ele realmente quer dizer todos. “Na Azul, quem limpa o banheiro tem a mesma importância de quem pilota os aviões”, afirma.

O segundo ponto crucial é ser impecável no atendimento ao consumidor. Tal preocupação faz com que Neeleman receba quatro vezes ao dia relatórios das atividades do call center da Azul. Faz também com que todos os funcionários da companhia aérea que tenham contato direto com os clientes da empresa não sejam terceirizados, mesmo em setores em que isso é comum, como o de call center.

E se porventura algo sair errado e você não for impecável? Bom, o terceiro pilar é exatamente esse: saiba contornar a situação e satisfazer o seu cliente, porque a realidade é cruel. “Um cliente chateado fala com dez, um cliente satisfeito com dois”.

Nessa linha, a Azul montou uma estratégia para lidar com atrasos superiores a uma hora nas partidas de seus voos. Quando isso acontece, os passageiros afetados pela demora ganham um crédito de R$ 50 para gastar no próximo voo que tomarem da companhia aérea. “Com isso, você pode virar o jogo e ter um cliente mais fiel do que se não tivesse passado por problema algum”. Essas dicas nada têm de simples, mas a história de vida de Neeleman nos aconselha a ouvi-lo com atenção.


Do Brasil aos EUA e vice e versa

Brasileiro de nascença, Neeleman deixou o país aos cinco anos de idade para viver nos Estados Unidos, onde sua família morava antes de seu pai vir trabalhar no Brasil como jornalista. Ele voltaria ainda ao país aos 19 anos para trabalhar como missionário da igreja mórmon. Foi quando reaprendeu a falar português, ainda que com forte sotaque. A próxima aventura em solo brasileiro seria o lançamento da Azul Linhas Aéreas, décadas mais tarde.

O espírito empreendedor de Neeleman pode ser notado desde cedo em sua biografia. Seu primeiro emprego foi vender pacotes turísticos para o Havaí para seus colegas de faculdade. Não tardou muito para abrir sua primeira empresa. Aos 23 anos, o brasileiro iniciava seus negócios no setor da aviação fundando a Morris Air. O reconhecimento internacional, entretanto, viria com a criação da JetBlue em 1999.

“Quando fundei a JetBlue, queria construir a melhor companhia aérea dos Estados Unidos. Depois, descobri que era possível ser a melhor companhia do país, sem ser realmente bom. Decidi então fundar uma boa companhia”, diz.

Mas como escolher qual negócio montar? É pensando exatamente nisso: aonde você pode fazer a diferença. “Pense no que você tem condições de fazer melhor do que os outros. Eu achava que entrando no ramo da aviação conseguiria ser mais eficiente e oferecer preços melhores”. Não dá para falar que não deu certo.


FONTE: Revista Época Negócios 21/05/2010

NOTICIA: BC lança moeda comemorativa da Copa do Mundo

Moeda, de prata, tem valor de face de R$ 5; custa R$108.
Quem se interessar pode comprar no site do Banco Central.

O Banco Central do Brasil lançou nesta sexta-feira (21), no Rio de Janeiro, a moeda comemorativa da Copa do Mundo da África do Sul. A moeda, confeccionada em prata, tem o valor de face de R$ 5. Em uma das faces, figura uma paisagem da savana africana com um jogador de futebol, em composição com o mapa da África, com destaque para a África do Sul. O outro lado da moeda destaca a imagem de dois jogadores em movimento com a bola, tendo ao fundo versão estilizada da bandeira do Brasil. O preço de venda no Brasil será de R$ 108 e as moedas podem ser compradas no site do Banco Central. (Imagem: Divulgação/Banco Central).


Noticia retirada do site da Globo, no dia 21/05/2010:
http://g1.globo.com/especiais/africa-do-sul-2010/noticia/2010/05/bc-lanca-moeda-comemorativa-da-copa-do-mundo.html

HUMOR

ENOGASTRONOMIA: Ratatouille





Ratatouille,

Lembrou do filme?

Se não fosse por ele, certamente este pratinho simples da culinária francesa ficaria à mercê do esquecimento e do desconhecimento, confesso que eu também não tinha conhecimento dele, após ver o filme me encantei com o preparo e a cultura que existe por trás desta magnífica receita.

Não creio que tenha muito segredo, uma vez que os ingredientes e temperos são bem simples e básicos não tem como não ficar bom!

O ratinho Remy está fazendo muito sucesso e mostrando que cozinha é coisa séria, na qual a atenção aos detalhes é importante.

O nome do filme não poderia ser mais feliz, pois remete à um dos pratos mais representativos da saudável e aromática cozinha do Mediterrâneo. Um refogado com muitos dos ingredientes típicos dessa cozinha, como o azeite de oliva, berinjela, pimentão, abobrinha, cebola e alho.

O ratatouille é uma receita do seculo18 e pode ser servida quente ou fria, sozinha ou como acompanhamento. Um prato rústico, típico da região da Provença em que se notam influências espanholas e italianas. O nome significa «picar, triturar», mas podemos traduzir também como «ragôut de legumes» ou «prato de berinjelas». [Pequeno Dicionário da Gastronomia]

O ratinho Remy certamente iria destacar que a escolha de ótimos ingredientes é mais do que importante e iria ainda acentuar que um azeite de oliva de primeira pode dar um toque especial ao prato.

Ingredientes:

4 berinjelas médias;
sal grosso;
2 pimentões vermelhos;
2 pimentões amarelos;
4 abobrinhas mais ou menos do mesmo tamanho;
2 cebolas;
3 dentes de alho;
6 colheres de sopa de azeite de oliva;
2 ou 3 ramos de manjericão;
sal e pimenta-do-reino.

Utensílios:

Uma faca, uma tábua de cozinha, um garfo de cozinha com haste longa, uma colher de pau, uma frigideira grande, pesada e os pratos para dispor os ingredientes.

Modo de fazer:

Corte as berinjelas em fatias longitudinais de perto de um centímetro de espessura. Disponha numa assadeira e espalhe bastante sal grosso por cima. Deixe descansar durante uma hora. As berinjelas vão soltar bastante água e devem perder um pouco do amargor.

Enquanto isso prepare os demais ingredientes. Se quiser, descasque os pimentões. Sem as cascas, eles ficam mais fáceis de digerir. Para isso, espete num garfo de cozinha e leve diretamente à chama do gás. Vá virando até queimar, até deixar preta, toda a superfície. Retire a pele sob água corrente, esfregando com as mãos. Retire os talos, as sementes e corte em quadrados de uns dois centímetros.

Corte a abobrinha em fatias e depois em cubos de mais ou menos uns dois centímetros.

Pique as cebolas, os dentes de alho. Corte com as mãos as folhas de manjericão.

Passado o tempo de descanso no sal (uma hora), prepare a berinjela. Retire as fatias do sal e lave muito bem. É bom lavar umas duas vezes para retirar o sal. Seque com cuidado e corte em quadrados de uns dois centímetros.

Com todos os ingredientes preparados, esquente o azeite numa frigideira grande e pesada. Fogo baixo. Refogue rapidamente a cebola e o alho. A cebola deve apenas murchar, sem mudar de cor. Acrescente os demais ingredientes (berinjelas, abobrinhas e pimentões).

Vá refogando no fogo bem baixo, mexendo de tempo em tempo com a colher de pau, até cozinhar os vegetais. Deve secar o líquido que eles naturalmente soltam, o que leva de 20 a 30 minutos.

Salgue, apimente e retire do fogo. Espalhe por cima o manjericão e sirva.

Sugestões de vinhos: (Flavio Sad)

Admite tintos, brancos e rosados. Prefiro os tintos aromáticos e meio robustos como os da Provence. Um bom Dão, um Montepulciano d´Abruzzo podem ser adequados. Quem preferir os brancos, deve escolher exemplares bem secos e aromáticos, como alguns do Sul da França e das Côtes du Rhône. Na Provence, o rosado local muitas vezes acompanha a ratatouille. Escolha um rosado seco, de preferência do Sul da França, como Lirac, Tavel e Bandol. Mas há ótimos rosados também em Portugal e, mais recentemente, na Argentina (rosados de Malbec).

Bom Apetite

Esta receita foi publicada na Revista Vitrine Minas (Que circula na Viação Presidente)